DAVID PEREIRA BARBOSA

16/11/2018

"Quando eu tinha 19 anos e estava em vias de finalizar minha formação acadêmica, fui a uma palestra de imigração para a região de Québec, Canadá. Na palestra eles divulgaram quais áreas estavam em alta, as tendências e as exigências (entre elas, o francês). Quando comecei a trabalhar e a receber minha própria fonte de renda, resolvi começar meus estudos de francês como um investimento para o futuro. Afinal, sucesso é uma mistura de sorte e preparo : não adianta ter muita sorte se não tiver preparo pois não conseguirá aproveitar a oportunidade. E muito preparo sem sorte não propicia oportunidades. Mas um dos fatores dessa equação nós podemos controlar.

 

Após decidir começar a fazer francês (eu já falava inglês), restava escolher o lugar. Entre os disponíveis no mercado, duas escolas chamaram a minha atenção. Mas só uma realmente é apoiada pelo governo francês e tradicionalmente ensina mais do que uma língua, mas toda uma cultura. Isso realmente pesa na escolha entre simplesmente aprender e vivenciar. Daí a Aliança Francesa do Grande ABC.

 

Como qualquer outra língua, o ato de aprender uma outra forma de comunicação proporciona novos horizontes. Quando refletimos que apenas 5% da população brasileira fala inglês (e que essa língua é escolhida por motivos comerciais) o ato de falar francês nos coloca em um seleto grupo intelectual, onde a diferença entre indivíduos pode ser crucial no mercado de trabalho. Saber outra língua ao ponto de compreender uma outra cultura também é um diferencial tanto no sentido humano (poder compreender o que uma cultura valoriza ou não) quanto no sentido pessoal, pois proporciona novos relacionamentos, experiências e oportunidades.

 

Posso dizer que o fato de saber francês revolucionou minha vida em todos os sentidos. Começando pelo acadêmico, durante meu mestrado, tive a possibilidade de realizar pesquisas em outros idiomas além dos tradicionais português e inglês. Isso melhorou minha revisão bibliográfica e abrangência dos meus estudos. As experiências profissionais começaram mesmo no Brasil : a empresa onde trabalhava aceitou realizar novos projetos de desenvolvimento de sistemas de medição de energia elétrica para a companhia de distribuição da França. Todos os documentos técnicos eram em francês. Logo, as peças-chaves do projeto deveriam saber francês. Isso aumentou minha relevância frente a equipe. Por último e não menos importante, na minha vida pessoal isso foi revolucionário pois hoje moro em Québec, Canadá. Fui selecionado por uma empresa canadense para trabalhar aqui pois detinha conhecimentos técnicos necessários para o desenvolvimento dos projetos gerenciados pela companhia e, mais importante que o conhecimento técnico, detinha o conhecimento linguístico do francês. Todas as entrevistas foram conduzidas em francês para avaliação do nível de comunicação. Fui um dos 20 brasileiros recrutados para trabalhar alocados diretamente no cliente devido a minha desenvoltura nas entrevistas. Sem isso, não estaria onde estou hoje. E por isso sou muito grato a todos que participaram da minha formação (direta e indiretamente)."

* David foi nosso aluno entre os anos de 2011 e 2015, tendo adquirido o nível B2, certificado pelo DELF (Diplôme d'études en langue française).

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